A importância do desejo sexual para a promoção da saúde

Baixo desejo sexual

Os termos relacionados a saúde são sempre considerados imprecisos e mutáveis, pois tudo o que se relaciona a bem estar pode ser considerado um elemento importante na avaliação desse assunto. Quando reduzimos saúde a apenas a ausência de doenças, excluímos aquilo que possa ser promotor de qualidade de vida, como a prática de atividade física, uma alimentação saudável, os sonhos e objetivos, e nossos anseios sexuais.

A própria Organização Mundial da Saúde reconhece que a satisfação sexual é um dos aspectos considerados necessários para a qualidade de vida, e aponta que vários estudos mostram que a alta prevalência de transtornos sexuais masculino, como a disfunção erétil, impotência sexual, ejaculação precoce, mas, principalmente o desejo sexual hipoativo ou falta de desejo, estão associados diretamente com a piora na qualidade de vida, baixa autoestima, ao aumento da incidência de depressão e a problemas interpessoais.

Desejo Sexual Hipoativo

Antes de se falar de hipoatividade do desejo sexual, é importante trazer a definição de desejo sexual. Assim, este é o conjunto de comportamentos físicos e verbais, fantasias e reações afetivas precedentes ao ato sexual.

A hipoatividade do desejo sexual caracteriza-se pela ausência ou diminuição do desejo de atividade sexual e fantasias sexuais, de forma persistente e recorrente. Esta perturbação pode estar associada à aversão sexual, mas distingue-se desta na medida em que a aversão diz respeito a uma resposta fóbica, derivada da possível existência de uma situação traumática ou medo de contrair uma doença sexualmente transmissível, enquanto que o desejo hipoativo se refere à ausência de vontade para o envolvimento sexual.

A disfunção sexual pode ser de origem psicogênica, orgânica ou uma combinação de distúrbios orgânicos e psicológicos.

Causas orgânicas da falta de desejo sexual

A maioria das causas da falta de libido sexual nos homens são orgânicas. Qualquer condição médica que cause dor ou desconforto pode conduzir indiretamente à redução do desejo sexual, da mesma forma a existência de algumas doenças, enquanto a idade, o desequilíbrio endocrinológico, a falta de atividade física e alguns medicamentos desempenham um papel mais direto na redução do desejo.

Em relação a problemas hormonais, o momento mais conhecido é a andropausa, período em que começa a existir uma queda na produção da testosterona, importante hormônio responsável pelo desejo sexual. Estima-se que 20% dos homens entrem na andropausa a partir dos 50 anos e até 50% daqueles com mais de 80. Nesses casos, é recomendado a suplementação desse hormônio para se ter a recuperação da libido sexual.

Algumas classes de medicamentos apresentam como efeitos colaterais a redução do desejo sexual, sendo alguns antidepressivos, ansiolíticos e hipertensivos os principais responsáveis dessa situação.

Sendo assim, é de fundamental importância uma avaliação médica para analisar seus parâmetros orgânicos, descartando qualquer causa física na falta de função sexual masculina.

Causas psicológicas da falta de desejo sexual

Apesar da elevada importância dos fatores orgânicos, as contribuições psicológicas e do contexto sócio cultural são igualmente importantes para que ocorra um comportamento sexual saudável. A presença de estados emocionais negativos (raiva, depressão, ansiedade, etc.), fatores individuais (baixa autoestima, má imagem corporal, ansiedade de desempenho e as experiências prévias), fatores educacionais e culturais (formação de crenças erróneas e falta de informação acerca da sexualidade ou mensagens parentais negativas acerca do sexo) e aspectos do relacionamento conjugal são fatores que interferem com o desejo sexual.

O tipo de relacionamento com o parceiro também tem direta influência no aumento ou diminuição do desejo sexual. Mesmo os relacionamentos amorosos não conflituosos podem levar a uma redução no interesse sexual e diminuição ou perda da motivação pela interação sexual, em decorrência da inércia provocada pela rotina sexual que desmotiva a busca. Além destes aspectos, pode ainda referir-se o medo da maternidade não desejada, que continua a ser uma causa da falta de interesse sexual.

Outro fator importante, e poucas vezes associadas, é os níveis elevados de estresse no trabalho, que muitas vezes fazem com que o homem sinta-se sobrecarregado de atividades e preencha seu tempo com atividades laborais, não tendo tempo de despertar interesse sexual.

O desejo sexual e a saúde

A maioria dos homens tende a buscar tratamento para a diminuição do desejo sexual quando este afeta a potência da sua ereção, sendo que a busca por ajuda já deveria ocorrer quando se percebe essa hipoatividade da libido.

O homem ao sofrer da falta desse desejo, perde também qualidade de vida, pois essa situação é um sintoma derivado de um outro transtorno em sua rotina. Normalmente a queda do desejo envolve áreas cerebrais, sistemas químicos e neuro anatômicos, que podem apontar causas psicológicas, circulatórias, hormonais ou de hábitos.

Sendo assim, é importante estar atento a frequência com que seu desejo sexual é ativado, e buscar ajuda a partir do momento que ele já não é mais frequente.

Ao perceber que a frequência de atividade sexual, masturbação ou interesse em sexo vem diminuindo, é importante buscar informar-se sobre assuntos eróticos, bem como conversas com sua companheira para a retomada do desejo. Caso não aconteça naturalmente, existem estimulantes afrodisíacos que podem despertar esse interesse, como é o caso do Chá do Amor Kannjin.

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