Atividade sexual pós-infarto

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Atividade sexual pós-infarto

O retorno à atividade sexual após infarto agudo do miocárdio (IAM), apesar da importância clínica e social, tem sido pouco abordado no meio médico. As equipes de saúde habitualmente não discutem esse assunto por considerarem o tema íntimo e privado, e quando abordam o assunto ou orientam os pacientes isso é feito de forma superficial.

A disfunção erétil tem sido queixa freqüente entre pacientes portadores de cardiopatias, aliada a dúvidas sobre a segurança quanto ao retorno à atividade sexual. Da mesma forma, muitos profissionais da área da saúde se sentem inseguros ao orientar os pacientes sobre o retorno da  prática de atividade sexual.

Dados da literatura indicam alta prevalência de disfunção sexual na ocasião do diagnóstico do IAM e elevada incidência de distúrbios sexuais após o evento coronariano, que variam de 24% a 89% dos casos. Acredita-se que a impotência sexual esteja presente em 10% a 15% dos indivíduos cardiopatas, e que 40% a 70% dos pacientes apresentem redução da frequência da atividade sexual e pior qualidade de vida, além daqueles que não retornam a essa atividade após evento coronariano.

Está bem estabelecida a relação entre disfunção erétil e os principais fatores de risco para doença isquêmica do coração, tais como tabagismo, sedentarismo, diabetes, hipertensão e dislipidemia, entre outros, que, como indutores de disfunção endotelial, podem atuar na gênese da obstrução arterial aterosclerótica, na ruptura de placas, assim como na trombose. O manejo dos pacientes com doença cardiovascular inclui uma diversidade de agentes e procedimentos invasivos e não-invasivos de graus variados.

Em certas circunstâncias, alguns procedimentos podem levar à restrição dos níveis de atividade física, com impactos distintos na vida sexual do indivíduo. É importante ressaltar que a atividade sexual deve ser considerada como qualquer outra atividade física, que condiciona significativa melhora na capacidade funcional do paciente e, portanto, está relacionada a um aspecto da qualidade de vida.

pos-infarto-cha-do-amor-kannjin-02Estima-se que, após um diagnóstico ou procedimento intervencionista, cerca de 25% dos pacientes retornem à vida sexual normal, apresentando a mesma frequência e a mesma intensidade anteriores ao evento coronariano. Metade dos pacientes retorna à vida sexual com algum grau de diminuição em frequência e/ou intensidade, e os outros 25% restantes não reassumem sua vida sexual11. Na amostra estudada, 71% demonstraram interesse em manter vida sexual ativa após a alta hospitalar, 50% dos quais acreditavam que poderiam manter a mesma frequência e qualidade sexual, e 44% admitiam a possibilidade de reduzir a frequência sexual após o IAM.

Diversos fatores estão bem estabelecidos quanto à possibilidade da redução da atividade sexual após eventos cardiológicos, dentre os quais medo da morte ou do reinfarto, dispnéia, angina, exaustão, alterações da libido, depressão, impotência, preocupação ou ansiedade do cônjuge, além da sensação de culpa. Esses fatores podem estar associados à falta de esclarecimento sobre a doença e sobre a necessidade de boa reabilitação após evento cardíaco, além da ignorância a respeito dos possíveis riscos que a prática sexual pode de fato acarretar. É sabido que a presença de alterações hemodinâmicas, o aumento da frequência cardíaca e a elevação da pressão arterial durante a relação sexual podem servir de gatilho para outro evento cardíaco. No entanto, após estratificação (orientação a partir da classificação do IAM e exames) adequada, o risco absoluto é muito baixo.

Abaixo segue orientações de acordo com American Heart Association para indivíduos pós-IAM sobre utilização de medicamentos e tratamentos. Lembre-se, é fundamental consultar o médico:

  1. a) Pacientes de baixo risco cardiovascular: assintomáticos, portadores de menos de três fatores de risco para doença arterial coronária (excluindo gênero), aqueles com hipertensão arterial sistêmica controlada, angina estável classe I-II da Sociedade Canadense de Cardiologia (SCC), aqueles submetidos a revascularização miocárdica com sucesso, pacientes com IAM passado não-complicado, portadores de doença valvar leve, insuficiência cardíaca sem disfunção do ventrículo esquerdo e/ou em NYHA classe I – esses sujeitos podem ser encorajados para recomeçar a atividade sexual ou receber tratamento para disfunção sexual imediatamente;
  2. b) Pacientes de risco intermediário: portadores de três ou mais fatores de risco para doença arterial coronária (excluindo gênero), presença de angina estável classe II-III da SCC, pacientes com IAM recente (ocorrido entre duas e seis semanas), portadores de disfunção de ventrículo esquerdo e/ou insuficiência cardíaca congestiva NYHA II, seqüela não-cardíaca de doença aterosclerótica (acidente vascular encefálico e/ou doença vascular periférica) – esses indivíduos devem realizar uma avaliação cardiológica criteriosa antes de recomeçar a atividade sexual;
  3. c) Pacientes de alto risco cardiovascular: presença de angina instável ou refratária, hipertensão arterial sistêmica não-controlada, insuficiência cardíaca congestiva NYHA III-IV, IAM recente (< duas semanas), arritmias de alto risco, cardiomiopatias graves, doença valvar moderada a grave – para esses pacientes a atividade sexual pode constituir um risco significativo, devendo a mesma ser postergada até estabilização da condição cardíaca. A liberação do cardiologista é necessária antes de se reassumir a vida sexual ativa, pois, nessas circunstâncias, o risco pode suplantar o benefício.

Cabe salientar que, em pacientes com doença arterial coronariana estabelecida, o coito, assim como a atividade física vigorosa e/ou a resposta emocional intensa, acaba por representar pequeno risco de desencadeamento de infarto do miocárdio.

Por fim, tem sido descrito que o risco de evento cardiovascular durante a atividade sexual é significativamente menor naqueles indivíduos que realizam atividade física de forma regular e crônica. Além disso, parece salutar lembrar que sintomas cardiovasculares durante o sexo raramente ocorrem em pacientes que não têm sintomas similares durante o teste de esforço.

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Tratamento

Pacientes pós Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) devem sempre passar por orientação médica para utilizarem estimulantes sexuais. Se você se enquadra na categoria baixo risco cardiovascular, suas chances de ter uma vida sexual completamente normal é muito grande, utilizando inclusive medicamentos para impotência sexual.

Dentro as opções do mercado, o Chá do Amor Kannjin é um estimulante sexual natural, que vem sendo utilizado com sucesso por vários pacientes, incluindo os que apresentaram IAM.

Lembre-se, é sempre importante buscar aconselhamento médico.

 

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Referência

LUNELLI, Rosana P; RABELLO, Eneida R; STEIN, Ricardo; etal. Atividade sexual pós-infarto do miocárdio: tabu ou desinformação? Arq. Bras. Cardiol. vol.90 no.3 São Paulo Mar. 2008

 

 

 

Renar Francioni Pacheco
Renar Francioni Pacheco
Farmacêutico Bioquímico.

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